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vicio da poesia

Category Archives: Convite à fotografia

Os nenufares de Claude Monet e uma homenagem fotográfica

27 Terça-feira Mar 2012

Posted by viciodapoesia in Convite à arte, Convite à fotografia

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Claude Monet, nenúfares

Pintados nos anos 1916-1919, a serie sobre nenúfares de Claude Monet (1840 – 1926) constitui o apogeu na forma de captar o intangivel da luz na água, dando conta das texturas e da mutabilidade da paisagem no imóvel da tela.

Um dos fascínios do meu fotografar é tentar captar a forma como a luz varia a nossa percepção da realidade circundante.

Neste fascínio compreendo os impressionistas e sobretudo Claude Monet, cuja incansável demanda foi guardar na tela a imperceptível mutação da paisagem provocada pela luz. Lembrado das suas pinturas de nenúfares, certo entardecer dei comigo a fotografar um lago cheio de nenúfares, e de tal forma fascinado, que bem entrada a noite ainda fotografava sem flash, tentando conservar a variedade do colorido que o sol ao desaparecer, foi deixando em redor.

Fotografias entretanto esquecidas, reencontrei-as hoje ao vasculhar o arquivo fotográfico e eis algumas.

 

 

 

 

 

 

 

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Cautela… Adão diz-nos Marina Tsvetáeva

08 Quinta-feira Mar 2012

Posted by viciodapoesia in Convite à fotografia, Poetas e Poemas

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Marina Tsvetáeva

Continuo com o homem lido poeticamente por vozes femininas, e desta vez vamos até terras da Rússia para um poema de Marina Tsvetáeva (1892-1941).

Na Rússia, a comemoração do Dia Internacional da Mulher em 1917 deu o arranque para a revolução bolchevique de Outubro de 1917.

O poema escolhido encontra-se no livro Depois da Rússia (1922-1925) e transcrevo uma tradução de Nina Guerra e Filipe Guerra.

A dois, mesmo a alegria

Das manhãs é apertada.

Desviando-nos a fronte

E metendo-se entre si.

 

(Porque o espírito é – peregrino

E anda sempre sózinho),

Baixando o ouvido até

Aos barros primordiais –

 

Ouve, mas ouve, Adão,

O que junto à nascente

As veias rumorejantes

Dos rios dizem – às margens:

 

Tu és rumo e és meta,

És a pegada e a casa.

Não se podem desbravar

Nenhumas terras a dois.

 

Para o campo celeste das frontes

És ponte e explosão.

(Deus é omnipotente

E entre todos ciumento.)

 

Ouve, mas ouve, Adão,

O que junto à nascente

As veias rumorejantes

Dos rios dizem – às margens:

 

Cautela com o criado:

Na casa do pai, na hora

Majestosa da trombeta,

Não entres como escravo.

 

Cautela com a mulher:

Livre da carne mortal

Na hora nua da trombeta

Não leves os teus anéis.

 

Ouve, mas ouve, Adão,

O que junto à nascente

As veias rumorejantes

Dos rios dizem – às margens:

 

Cautela! Sobre alicerces

Parentais não edifiques.

(Porque mais forte que – ela,

Só – ele, no coração.)

 

Digo-te, não sejas a águia

Para ti a tentação –

Ainda hoje David

Amarga a sua alta queda!

 

Ouve, mas ouve, Adão

O que junto à nascente

As veias rumorejantes

Dos rios dizem – às margens:

 

Tem cautela com as tumbas:

Mais ávidas que rameiras!

Houve morto e apodreceu:

Com as tumbas tem cautela!

 

Só lixo, das verdades de ontem,

Resta em casa – fedorento.

Mesmo os restos mortais,

Oferece-os ao vento!

 

Ouve, mas ouve, Adão,

O que junto à nascente

As veias rumorejantes

Dos rios dizem – às margens:

 

Cautela…

8 de Agosto de 1922

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O Manuel Narciso pela pena de Brito Camacho (1862-1934) em terça-feira de Carnaval

21 Terça-feira Fev 2012

Posted by viciodapoesia in Convite à fotografia, Prosas

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Aquilino Ribeiro, Brito Camacho, Henri Cartier-Bresson

Com o sabor e valores de uma época recuada, trago hoje um naco de prosa do esquecido Brito Camacho (1862-1934) a quem Aquilino Ribeiro (1885-1963) dedica um notável estudo no livro De Meca a Freixo de Espada à Cinta (1960).

O Manuel Narciso, maricas dos quatro costados, era ruim trabalhador e detestável pessoa; só para os trabalhos mulherengos tinha jeito e só para os seus amásios tinha demonstrações de estima. Era o pior dos criados, dizia o meu pai; era a melhor das criadas, dizia a minha mãe, e um pouco por esse motivo, mas principalmente por ser irmão da comadre Narcisa, conservou-se na casa até ser velho, muito velho, sempre resmungão, sempre maldizente, escandaloso nos seus actos, que por fim estadeava, provocando a indignação e o nojo. Dizia o compadre Rosa, erudito analfabeto:

– Este diabo é como as sereias, que da cintura para baixo são uma coisa, e da cintura para cima são outra.

Todos os anos, na terça-feira de carnaval, se mascarava de mulher, e era como se a um preso dessem liberdade, abrindo-lhe a porta da cadeia. O compadre João Catarino, quando o via de saias, lenço na cabeça, um xaile pelos ombros, padejando as ancas como as marafonas, não se dispensava de lhe dizer:

– Ó ladrão, tu hoje devias fingir de homem, para te não conhecerem!

 Para o curioso leitor deixo uma ligação onde encontra informação sobre Brito Camacho.

http://www.vidaslusofonas.pt/bcamacho.htm

A fotografia é de Henri Cartier-Bresson, de 1932, tirada em Alicante, Espanha

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Halsman / Dalí – as fotos

07 Sábado Jan 2012

Posted by viciodapoesia in Convite à fotografia

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Philippe Halsman, Salvador Dalí

No filme de Woody Allen, Meia-noite  em Paris, a certa altura ocorre uma cena em torno de Salvador Dalí e a sua obsessão por rinocerontes, decalcada desta fotografia famosa de Philippe Halsman.

A dupla Halsman/Dalí criou um conjunto vasto de fantasias fotográficas onde a realidade surge adulterada provocando a surpresa em quem vê, e gerando novos significados em gestos triviais.

Oscilando entre o ridículo e o absurdo, aqui ficam alguns dos bigodes de Dalí.





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EDWARD STEICHEN (1879-1973) – O Flatiron 1905

07 Sábado Jan 2012

Posted by viciodapoesia in Convite à fotografia

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EDWARD STEICHEN

Guarda a história da fotografia alguns exemplos brilhantes do inicio do século XX quando a fotografia ainda procurava a sua linguagem de afirmação como arte.

Um dos exemplos famosos é esta foto de 1905 do Flatiron, um edifício de apartamentos em New York concluído em 1902, e tornado icon da cidade.

 

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Almada Negreiros — A invenção do dia claro (fragmento)

31 Sábado Dez 2011

Posted by viciodapoesia in Convite à fotografia, Poetas e Poemas

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Almada negreiros

Desejo aos leitores do blog, para 2012, toda a felicidade com que nem se atreveram a sonhar.

Entrei numa livraria. Puz-me a contar os livros que ha para ler e os anos que terei de vida. Não chegam, não duro nem para metade da livraria.

Deve certamente haver outras maneiras de se salvar uma pessoa, senão estou perdido., e nesta convicção, resolvi fotografar gaivotas.

Deixo-vos com algumas dessas fotos e despeço-me deste 2011 com um fragmento de A INVENÇÃO DO DIA CLARO de Almada Negreiros (1893 – 1970).

A invenção do dia claro (inicio do texto)

Entrei numa livraria. Puz-me a contar os livros que ha para ler e os anos que terei de vida. Não chegam, não duro nem para metade da livraria.

Deve certamente haver outras maneiras de se salvar uma pessoa, senão estou perdido.

No entanto, as pessoas que entravam na livraria estavam todas muito bem vestidas de quem precisa salvar-se.

* * * * *

Comprei um livro de filosofia. Filosofia é a sciencia que trata da vida; era justamente do que eu necessitava–pôr sciencia na minha vida.

Li o livro de filosofia, não ganhei nada, Mãe! não ganhei nada.

Disseram-me que era necessario estar já iniciado, ora eu só tenho uma iniciação, é esta de ter sido posto neste mundo á imagem e semelhança de Deus. Não basta?

* * * * *

Imaginava eu que havía tratados da vida das pessoas, como ha tratados da vida das plantas, com tudo tão bem explicado, assim parecidos com o tratamento que ha para os animaes domesticos, não é? Como os cavalos tão bem feitos que ha!

Imaginava eu que havia um livro para as pessoas, como ha hostias para cuidar da febre. Um livro com tanta certeza como uma hostia. Um livro pequenino, com duas paginas, como uma hostia. Um livro que dissesse tudo, claro e depressa, como um cartaz, com a morada e o dia.

* * * * *

Não achas, Mãe? Por exemplo. Ha um cão vadio, sujo e com fome, cuida-se deste cão e ele deixa de ser vadio, deixa de estar sujo e deixa de ter fome. Até as crianças já lhe fazem festas.

Cuidaram do cão porque o cão não sabe cuidar de si–não saber cuidar de si é ser cão.

Ora eu não queria que cuidassem de mim, mas gostava que me ajudassem, para eu não estar assim, para que fosse eu o dono de mim, para que os que me vissem dissessem: Que bem que aquele soube cuidar de si!

Eu queria que os outros dissessem de mim: Olha um homem! Como se diz: Olha um cão! quando passa um cão; como se diz: olha uma arvore! quando ha uma arvore. Assim, inteiro, sem adjectivos, só de uma peça: Um homem!

* * * * *

Mas eu andei a procurar por todas as vidas uma para copiar e nenhuma era para copiar.

Como o livro, as pessoas tinham principio, meio e fim. A principio o livro chamava-me, no meio o livro deu-me a mão, no fim fiquei com a mão suada do livro de me ter estendido a mão.

Talvez que nos outros livros… mas os titulos dos livros são como os nomes das pessoas–não quere dizer nada, é só para não se confundir…

* * * * *

Na montra estava um livro chamado «O lial conselheiro». Escrito antigamente por um Rei dos Portuguezes! Escrito de uma só maneira para todas as especies de seus vassalos!

Bemdito homem que foi na verdade Rei! O Mestre que quere que eu seja Mestre!

Eu acho que todos os livros deviam chamar-se assim: «O lial conselheiro»! Não achas, Mãe?

O Mestre escreveu o que sabia–por isso ele foi Mestre. As palavras tornaram presentes como o Mestre fazia atenção. Estas palavras ficaram escritas por causa dos outros tambem. Os outros aprendiam a ler para chegarem a Mestres–era com esta intenção que se aprendia a ler antigamente.

* * * * *

Sonhei com um paíz onde todos chegavam a Mestres. Começava cada qual por fazer a caneta e o aparo com que se punha á escuta do universo; em seguida, fabricava desde a materia prima o papel onde ia assentando as confidencias que recebia directamente do universo; depois, descia até ao fundo dos rochedos por causa da tinta negra dos chócos; gravava letra por letra o tipo com que compunha as suas palavras; e arrancava da arvore a prensa onde apertava com segurança as descobertas para irem ter com os outros. Era assim que neste país todos chegavam a Mestres. Era assim que os Mestres iam escrevendo as frases que hão-de salvar a humanidade.

* * * * *

Quando eu nasci, as frases que hão-de salvar a humanidade já estavam todas escritas, só faltava uma coisa–salvar a humanidade.

 

———-   fim do extracto ————

Nota

Conservei  a ortografia da edição original de 1921

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Banalidades fotográficas e um poema de génio

14 Quarta-feira Dez 2011

Posted by viciodapoesia in Convite à fotografia

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Manuel de Freitas

Às vezes trata-se apenas de olhar para cima e disparar a máquina fotográfica, longe de propósitos documentais, artísticos, filosóficos, ou outras tretas para caucionar um prazer.

E de prazer em prazer, trago-vos um poema de Manuel de Freitas (1972) do BÜCHLEIN FÜR JOHANN SEBASTIAN BACH:

LEONHARDT, 1990

Antes mesmo de perder a esperança,

pedi um cigarro a ombros coitados

suportando a pena. Grande,

tão grande, a ferida. “Erbarme

dich…”. E não me lembrei do resto.

 

 

René Jacobs, van Egmond,

alguma tristeza a mais.

 

Nota musical sobre o poema: “Erbarme dich…” evoca a ária para alto Erbarme dich, mein Gott (Tende piedade, meu Deus), nº39 da Paixão segundo S. Mateus de João Sebastião Bach, e evoca também uma interpretação particular, a gravação da Paixão por Gustav Leonhardt em 1990, cantada pelo contra-tenor René Jacobs.

Deixo, para quem não conheça, essa interpretação da ária.

https://s3-eu-west-1.amazonaws.com/viciodapoesiamedia/Leonhardt+1990.mp3

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Uma foto clássica de Edward Weston (1886-1958)

07 Quarta-feira Dez 2011

Posted by viciodapoesia in Convite à fotografia

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Edward Weston

Dunas de areia, Oceano, Califórnia, 1936

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LER segundo o olhar de André Kertész

07 Quarta-feira Dez 2011

Posted by viciodapoesia in Convite à fotografia

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André Kertész

Invade-me uma doçura de alma cada vez que olho para as fotos feitas por André Kertész (1894-1985) ao longo de uma vida sobre o acto de ler .

Feitas entre 1915 e 1980 nos diversos lugares do mundo por onde o fotógrafo andou, todas dão conta do universal prazer da leitura.

 

A todos nos aconteceu a surpresa e o enlevo de abrir um livro, pegar a ler e mergulhar num mundo paralelo de onde saimos outros. Nestas fotos é esse murgulho que somos levados a contemplar.

Um conjunto de 100 destas fotos foi exibido pela primeira vez em 2009, ao que suponho. Para quem não as conhece eis mais algumas em slideshow.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Segue-se uma pequena sequência sobre papeis e livros deitados para a rua.

 

 

Veremos agora como a leitura de jornais interessa a todos!

São quatro fotos  com flagrantes da leitura de jornal de todo inusitadas, constituindo-se cada uma num portento fotográfico. Ora vejam:

 

Termino com uma das belas fotos de árvores do mestre tendo com pretexto a leitura.

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No Metro – 4 fotos de Walker Evans

06 Terça-feira Dez 2011

Posted by viciodapoesia in Convite à fotografia

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Walker Evans

Walker Evans (1903-1975) conhecido sobretudo pelo seu trabalho para a FSA (Farm Security Administration) durante a Grande Depressão, nestes retratos urbanos feitos posteriormente encontramos o fotógrafo capaz da eloquência com um simples instantâneo, dando a ver vidas e destinos por detrás das expressões destes anónimos passageiros do Metro de New York. As fotos foram feita à sorrelfa com uma máquina escondida sob casaco entre 1938 e 1941 e expostas pela primeira vez no Museu de Arte Moderna de New York em 1966.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Nota

Ao passar o cursor sobre a foto surgem as setas que permitem gerir o movimento do slideshow.

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