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11Por mais que as palavras nos enlacem e os poetas as enterteçam, não há volta a dar-lhe: O amor é o amor —…, como escreveu Alexandre O’Neill (1924-1986) no curto e sábio poema que a seguir transcrevo.

 

O amor é o amor — e depois?!

Vamos ficar os dois

a imaginar, a imaginar?…

 

Transcrito de Poesias Completas 1951/1986, INCM, 3ª edição revista e aumentada, Edição do Dia de Portugal, Braga, 10-Junho-1990.

Abre o artigo a imagem de uma pintura de René Magritte (1898-1967).

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