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A espaços encontro obras plásticas que se impõem ao olhar sem que o nome do pintor, a escola ou o estilo tenham chegado antes. Acendem subitamente uma faísca na imaginação.
São objectos plásticos que vivem independentemente de um contexto. e convidam a olhar uma e outra vez desencadeando uma espécie de relação de afecto. Irei a espaços mostrando alguns deles.

Sando Bortnyik (Húngaro) 1928

Geza Voros (Húngaro) 1933

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