Esculturas vivas na cidade, neste final de Inverno em que o verão súbito nos visita, as árvores ainda despidas de folhagem tecem arabescos contra o céu azul, desafiando a imaginação e comovendo o olhar de quem passa. Não resisto. Largo tudo e saio, maquina fotográfica a tiracolo,  tentando captar esta precária beleza no horizonte que nos abraça.

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