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Despedi-me hoje das garças e gaivotas do rio. Por largos meses não as voltarei a fotografar. Dum universo de milhares de disparos, conservei varias dezenas de fotografias que pouco a pouco aqui mostrarei.
As garças são poucas nesta época do ano e uma delas, mãe-garça, acompanhava de longe os primeiros passos da cria.

Outra gozava placidamente a amenidade da tarde.

As gaivotas repousavam sobra as rochas aflorando na maré baixa

ou pensando-se cisnes passeavam nas águas espelhadas.

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